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15 de Maio, 2019 - 08:50
Agricultores de MT preparam manifestação contra Fethab

Segundo a Aprosoja entre 1 mil e 1,5 mil agricultores do estado devem estar em Cuiabá, nesta quarta-feira (15), para uma passeata contra ações do governo do estado, principalmente com relação aos impostos.


Segundo a Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), entre 1 mil e 1,5 mil agricultores do estado devem estar em Cuiabá, nesta quarta-feira (15) para uma passeata contra ações do governo do estado, principalmente com relação aos impostos.

Uma carta foi preparada e será entregue na Assembleia Legislativa do estado, para que chegue ao governador Mauro Mendes, como conta ao Leiagora, o presidente da Aprosoja MT, Antônio Galvan. “A gente vai soltar essas reivindicações amanhã (15), com detalhes. Mas basicamente estamos pedindo a retirada do Fethab de milho e que todo o valor arrecadado desse fundo, das commodities, seja investido em rodovias, estradas, pontes, enfim, na infraestrutura do estado para o transporte e para uso das pessoas né.”

Segundo Galvan, os produtores se reunirão no Cenarium Rural, na avenida André Maggi, no Centro Político Administrativo da capital, por volta das 8h. Depois disso ficarão concentrados, almoçam e saem em passeata até a Assembleia Legislativa entregar a carta de reivindicações. Depois disso todos retornam do local onde saíram.

“Se o governo não adequar o gasto da casa à receita, não tem quem aguente tocar qualquer coisa. Porque será que a saída é aumentar a taxação, é criar novos impostos, é aumentar a alíquota que vai resolver o problema? Não, não vai. Eu acho que o orçamento do governo tem que ser igual ao orçamento doméstico. Ou você adequa a tua vida ao teu ganho ou teu caso contrário você não dá conta de fazer a coisa rodar”, desabafa o presidente da Aprosoja.

Antônio Galvan disse ainda que caso o governo insista em aumentar os impostos, a tendência é que os produtores diminuam cada vez mais a área plantada com milho.

Em Sorriso, por exemplo, conforme dados do Sindicato Rural, houve diminuição de 10% da área plantada com o cereal.

"E no ano que vem esse reflexo será enorme (com a taxação) e o que o estado vai ganhar com isso? É um valor que não significa tanto para o estado, mas é muito para o produtor. Ano que vem o produtor boicota 10% ou 20% da lavoura de milho, o quanto isso não significa? Hoje o milho movimenta mais de R$ 10 bilhões no estado, mas não deixa renda para o produtor, mas para o estado a renda fica muito mais do que isso que eles estão cobrando no Fethab direto. Ano que vem se continuar com o Fethab eu não planto milho”, concluiu Galvan.




 

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