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12 de Setembro, 2018 - 14:14
Ciro critica substituição de Lula por Haddad, diz que Brasil não aguenta 'outra Dilma' e que PT 'só pensa em si'

Candidato do PDT participou nesta quarta (12) de sabatina dos jornais 'O Globo' e 'Valor Econômico' e da revista 'Época'. Ele também chamou general que é vice de Bolsonaro de 'jumento de carga'. O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, criticou nesta quarta-feira (12), em sabatina dos jornais "O Globo" e "Valor Econômico e da revista "Época", a escolha do ex-prefeito e ex-ministro Fernando Haddad para candidato a presidente pelo PT.



Haddad foi indicado para o posto pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba e que teve a candidatura rejeitada pela Justiça Eleitoral.



Para Ciro Gomes, o Brasil "não aguenta outra Dilma", em referência ao fato de Haddad ter sido apadrinhado por Lula, a exemplo da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2010, quando ela era ministra da Casa Civil.



A entrevista foi conduzida pelos colunistas de "O Globo" Miriam Leitão, Merval Pereira, Lauro Jardim, Ancelmo Gois e Bernardo Mello Franco e pela diretora de redação da revista “Época”, Daniela Pinheiro.



Questionado sobre a oficialização da candidatura de Haddad à Presidência nesta terça (11), Ciro afirmou que tem "afeição" e "carinho" pelo ex-prefeito. Mas disse que o petista não conhece o interior do Brasil.



Na avaliação do presidenciável do PDT, não há "a menor dúvida" de que, se Haddad vencer, o resultado terá sido motivado pela "procuração" recebida de Lula.



"Não é assim que vamos sair dessa encalacrada [eventual eleição de Haddad]. [...] O Brasil não aguenta outra Dilma, uma pessoa que é indicada", declarou Ciro Gomes.



O candidato do PDT se disse "ofendido" quando, eventualmente, alguém o compara com Dilma Rousseff. Na avaliação dele, o governo da ex-presidente, que acabou com um impeachment em 2016, foi "desastrado".



"Quando me comparam com a Dilma, fico ofendido. Fico ofendido mesmo. A Dilma foi um governo desastrado. Olha aí o que dá ter pessoa que foi indicada", enfatizou."Esse é o meu medo. Uma pessoa boa como o Haddad chega lá e vai encarar a turma. E aí?", complementou.

O candidato do PDT foi sabatinado por jornalistas de “O Globo“, “Valor Econômico“ e “Época“ — Foto: Reprodução/Facebook




PT






Ciro também criticou durante a entrevista a posição do PT no episódio da candidatura de Lula. Ele disse que, na visão dele, "a burocracia do PT só pensa em si".



Segundo o presidenciável, apesar de saberem que o ex-presidente não conseguiria obter registro para disputar a eleição por estar inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, a legenda insistiu em "manipular" os eleitores, mantendo a candidatura até o último momento.



"O PT, muitas vezes, dá demonstrações de que só pensa em si. [...] A burocracia do PT só pensa em si", declarou.



Apesar das críticas ao PT, Ciro disse que não atribui a Lula a responsabilidade pelo episódio da candidatura. Para ele, o ex-presidente está com dificuldades de avaliação porque, atualmente, está cercado de "puxa-sacos".



"Agora, o Lula está com problema. O Márcio Thomaz Bastos morreu, o [Luiz] Gushiken morreu. O Palloci está preso. Ele perdeu a dona Marisa. Lula perdeu sua visão genial da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos", declarou.






'Jumento de carga' e 'cadelas no cio'






Indagado sobre como será a relação com as Forças Armadas caso seja eleito, Ciro Gomes foi bem direto: "Eu mando e eles obedecem".



Sobre declarações recentes do comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, de que "a legitimidade de novo governo pode até ser questionada", Ciro disse que o militar tentou "calar as cadelas no cio que estão abaixo dele se animando com a candidatura de Jair Bolsonaro".



Para o presidenciável, a pior opção para o Brasil é "sem nenhuma dúvida" a eleição de Bolsonaro. Segundo ele, o candidato do PSL "representa a destruição da nação brasileira".



Ciro afirmou que, se Bolsonaro for eleito, deixará a política. "Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro", disse.





O pedetista disse que a política defendida por Bolsonaro é o "protofascismo". Ele lembrou que, dentro do hospital onde se recupera de um atentado à faca, o capitão do Exército posou para fotografias simulando com as mãos que estava empunhando armas. "Ele não aprendeu nada".



O candidato do PDT também chamou o vice-presidente na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de "jumento de carga". Ciro Gomes reclamou da declaração na qual o general afirmou que os militares são "profissionais da violência".



PT






Ciro também criticou durante a entrevista a posição do PT no episódio da candidatura de Lula. Ele disse que, na visão dele, "a burocracia do PT só pensa em si".



Segundo o presidenciável, apesar de saberem que o ex-presidente não conseguiria obter registro para disputar a eleição por estar inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, a legenda insistiu em "manipular" os eleitores, mantendo a candidatura até o último momento.



"O PT, muitas vezes, dá demonstrações de que só pensa em si. [...] A burocracia do PT só pensa em si", declarou.



Apesar das críticas ao PT, Ciro disse que não atribui a Lula a responsabilidade pelo episódio da candidatura. Para ele, o ex-presidente está com dificuldades de avaliação porque, atualmente, está cercado de "puxa-sacos".



"Agora, o Lula está com problema. O Márcio Thomaz Bastos morreu, o [Luiz] Gushiken morreu. O Palloci está preso. Ele perdeu a dona Marisa. Lula perdeu sua visão genial da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos", declarou.






'Jumento de carga' e 'cadelas no cio'






Indagado sobre como será a relação com as Forças Armadas caso seja eleito, Ciro Gomes foi bem direto: "Eu mando e eles obedecem".



Sobre declarações recentes do comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, de que "a legitimidade de novo governo pode até ser questionada", Ciro disse que o militar tentou "calar as cadelas no cio que estão abaixo dele se animando com a candidatura de Jair Bolsonaro".



Para o presidenciável, a pior opção para o Brasil é "sem nenhuma dúvida" a eleição de Bolsonaro. Segundo ele, o candidato do PSL "representa a destruição da nação brasileira".



Ciro afirmou que, se Bolsonaro for eleito, deixará a política. "Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro", disse.





O pedetista disse que a política defendida por Bolsonaro é o "protofascismo". Ele lembrou que, dentro do hospital onde se recupera de um atentado à faca, o capitão do Exército posou para fotografias simulando com as mãos que estava empunhando armas. "Ele não aprendeu nada".



O candidato do PDT também chamou o vice-presidente na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de "jumento de carga". Ciro Gomes reclamou da declaração na qual o general afirmou que os militares são "profissionais da violência".



PT






Ciro também criticou durante a entrevista a posição do PT no episódio da candidatura de Lula. Ele disse que, na visão dele, "a burocracia do PT só pensa em si".



Segundo o presidenciável, apesar de saberem que o ex-presidente não conseguiria obter registro para disputar a eleição por estar inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, a legenda insistiu em "manipular" os eleitores, mantendo a candidatura até o último momento.



"O PT, muitas vezes, dá demonstrações de que só pensa em si. [...] A burocracia do PT só pensa em si", declarou.



Apesar das críticas ao PT, Ciro disse que não atribui a Lula a responsabilidade pelo episódio da candidatura. Para ele, o ex-presidente está com dificuldades de avaliação porque, atualmente, está cercado de "puxa-sacos".



"Agora, o Lula está com problema. O Márcio Thomaz Bastos morreu, o [Luiz] Gushiken morreu. O Palloci está preso. Ele perdeu a dona Marisa. Lula perdeu sua visão genial da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos", declarou.






'Jumento de carga' e 'cadelas no cio'






Indagado sobre como será a relação com as Forças Armadas caso seja eleito, Ciro Gomes foi bem direto: "Eu mando e eles obedecem".



Sobre declarações recentes do comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, de que "a legitimidade de novo governo pode até ser questionada", Ciro disse que o militar tentou "calar as cadelas no cio que estão abaixo dele se animando com a candidatura de Jair Bolsonaro".



Para o presidenciável, a pior opção para o Brasil é "sem nenhuma dúvida" a eleição de Bolsonaro. Segundo ele, o candidato do PSL "representa a destruição da nação brasileira".



Ciro afirmou que, se Bolsonaro for eleito, deixará a política. "Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro", disse.





O pedetista disse que a política defendida por Bolsonaro é o "protofascismo". Ele lembrou que, dentro do hospital onde se recupera de um atentado à faca, o capitão do Exército posou para fotografias simulando com as mãos que estava empunhando armas. "Ele não aprendeu nada".



O candidato do PDT também chamou o vice-presidente na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de "jumento de carga". Ciro Gomes reclamou da declaração na qual o general afirmou que os militares são "profissionais da violência".



PT






Ciro também criticou durante a entrevista a posição do PT no episódio da candidatura de Lula. Ele disse que, na visão dele, "a burocracia do PT só pensa em si".



Segundo o presidenciável, apesar de saberem que o ex-presidente não conseguiria obter registro para disputar a eleição por estar inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, a legenda insistiu em "manipular" os eleitores, mantendo a candidatura até o último momento.



"O PT, muitas vezes, dá demonstrações de que só pensa em si. [...] A burocracia do PT só pensa em si", declarou.



Apesar das críticas ao PT, Ciro disse que não atribui a Lula a responsabilidade pelo episódio da candidatura. Para ele, o ex-presidente está com dificuldades de avaliação porque, atualmente, está cercado de "puxa-sacos".



"Agora, o Lula está com problema. O Márcio Thomaz Bastos morreu, o [Luiz] Gushiken morreu. O Palloci está preso. Ele perdeu a dona Marisa. Lula perdeu sua visão genial da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos", declarou.






'Jumento de carga' e 'cadelas no cio'






Indagado sobre como será a relação com as Forças Armadas caso seja eleito, Ciro Gomes foi bem direto: "Eu mando e eles obedecem".



Sobre declarações recentes do comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, de que "a legitimidade de novo governo pode até ser questionada", Ciro disse que o militar tentou "calar as cadelas no cio que estão abaixo dele se animando com a candidatura de Jair Bolsonaro".



Para o presidenciável, a pior opção para o Brasil é "sem nenhuma dúvida" a eleição de Bolsonaro. Segundo ele, o candidato do PSL "representa a destruição da nação brasileira".



Ciro afirmou que, se Bolsonaro for eleito, deixará a política. "Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro", disse.





O pedetista disse que a política defendida por Bolsonaro é o "protofascismo". Ele lembrou que, dentro do hospital onde se recupera de um atentado à faca, o capitão do Exército posou para fotografias simulando com as mãos que estava empunhando armas. "Ele não aprendeu nada".



O candidato do PDT também chamou o vice-presidente na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de "jumento de carga". Ciro Gomes reclamou da declaração na qual o general afirmou que os militares são "profissionais da violência". "[Mourão] é um jumento de carga. Acha que tem o poder. Ele disse para a imprensa estrangeira: 'Nós é que somos os profissionais na violência'. Olha para quem estamos ameaçados de entregar o nosso país", ironizou.


"Militares não são profissionais da violência. São profissionais da defesa. Duque de Caxias, que é o patrono do Exército brasileiro, deve estar morrendo de vergonha, seu jumento de carga", declarou.



O presidenciável disse ainda que, se assumir a Presidência, não quer ver as Forças Armadas envolvidas com o combate ao narcotráfico.








 

Fonte: G1
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