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16 de Abril, 2018 - 17:35
Após 2 altas semanais seguidas, preço médio da gasolina tem leve recuo, aponta ANP

Preço médio do litro de gasolina recuo na última semana, passando de R$ 4,217 para R$ 4,208. Após 2 altas seguidas, o preço médio do litro de gasolina recuo na última semana, passando de R$ 4,217 para R$ 4,208, uma queda de 0,2%, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 14 de abril em 5.790 postos do país.



Já o preço médio do diesel subiu na última semana para R$ 3,41, enquanto que o do etanol caiu para R$ 3,019. Veja gráfico abaixo.



Preços dos combustíveis


Valor por litro, na média nacional



em R$gasolinadieseletanol22/46/520/53/617/61/715/729/712/825/88/922/907/1021/103/1117/112/1215/1230/1213/127/110/224/29/223/37/422,533,544,5



Fonte: ANP





 



Preço do gás de cozinha cai






Na semana passada, o botijão de 13 kg de gás de cozinha caiu de R$ 67,01 para R$ 66,87, segundo a ANP.






Reajustes da Petrobras






Nesta segunda-feira, a Petrobras elevará os preços do diesel e da gasolina em 0,76% e 0,9% nas refinarias a partir de terça-feira (17). Com os reajustes, os valores do diesel e da gasolina irão, respectivamente, para R$ 1,9988 e R$ 1,7229 por litro, os maiores patamares da nova política de reajustes diários, iniciada em julho do ano passado.



A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. Desde o início do novo formato, em julho do ano passado, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumula alta de 31,18% e o do diesel, valorização de 34,33%, segundo o Valor Online.


A política de reajustes da Petrobras visa seguir as oscilações do mercado internacional, entre outros fatores, além de manter sua competitividade e uma melhor posição no mercado de combustíveis, evitando que as suas cotações fiquem abaixo da paridade externa.



As máximas registradas nos últimos dias acompanharam a escalada dos preços do petróleo no mercado internacional.



 

Fonte: G1
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