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12 de Marco, 2018 - 16:52
Jovem arranca os próprios olhos em surto psicótico por uso de droga

A história de como terminou a relação entre uma jovem americana de 20 anos e a metanfetamina, droga sintética que pode provocar episódios psicóticos, tem chocado pessoas do mundo inteiro. Kaylee Muthart, moradora do estado da Carolina do Sul, contou sua história à revista People esta semana, depois de passar quase um mês entre hospitais e clínicas psiquiátricas. O motivo: ela teria tentado arrancar os próprios olhos durante um surto, sob efeito da substância.

O incidente aconteceu em 6 de fevereiro, do lado de fora de uma igreja. Ela foi contida por locais e encaminhada a um hospital. Coube à equipe de urgência que a atendeu comunicar aos seus pais que, por causa do surto, a menina tinha ficado completamente cega. Mesmo sem a visão, no entanto, Kaylee contou à revista que está animada com a nova fase, longe das drogas.

“É a mesma vida, mas estou aprendendo tudo de novo, de outra maneira. A vida é mais bonita agora do que quando eu usava drogas. Aquele é um mundo horrível para se viver”, refletiu.

Ela disse que o episódio fatídico que a deixou cega aconteceu numa recaída. A jovem começou a usar metanfetamina por influência de um colega de trabalho e chegou a ficar três dias sem dormir por causa da droga. A menina chegou a gravar um vídeo de si mesma sob efeito da substância. “Eventualmente me levaram para casa, fiquei sóbria e assisti as filmagens. Então, decidi afastar aquele colega da minha vida e parei de usar drogas”, contou a americana.

O reencontro com a metanfetamina se deu depois de um período de isolamento e solidão. Dias antes de se internar em uma clínica de reabilitação, ela voltou a usar a droga e teve alucinações sobre sua relação com Deus – o que a levou à porta da igreja, onde se agrediu.

Quase um mês depois do episódio, ela diz que se sente apta finalmente a “ser Kaylee de novo”. “Prefiro ser cega do que ser Kaylee drogada. E eu realmente sinto isso com meu coração”.

A menina deve encarar outra rodada de reabilitação, por mais quatro semanas. Depois, ela espera levantar US$ 50 mil para ter acesso a um cão-guia e se voluntariar como porta-voz de uma instituição americana para cega.

Fonte: Gazeta do Noroeste
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