Bem vindo ao Arinos Notícias, Sexta-Feira, 25 de Maio de 2018
Noticia
     
7 de Fevereiro, 2018 - 13:46
ALUNA DO IFMT É APROVADA EM TRÊS UNIVERSIDADES DOS ESTADOS UNIDOS

Ser aceita em uma universidade nos Estados Unidos da América é o sonho de muitos estudantes brasileiros, mas ser aprovado em três é extraordinário, especialmente sendo a candidata estudante de escola pública.
Essa é a realidade de Luana Aparecida Gomes, 17 anos, de Tangará da Serra, que se inscreveu em oito universidades dos Estados Unidos e, até o momento, recebeu a resposta de quatro delas, com nada menos que três aprovações. As outras quatro ainda não divulgaram resultado.
A tangaraense foi aceita nas universidades: Seton Hall University, University of Evansville e University of Bridgeport. Porém, nenhuma delas ofereceu bolsas que cobrissem 100% das despesas. “As duas primeiras ofereceram algo equivalente a 50% e a última me ofereceu uma bolsa bem menor (de 15 mil dólares), mas me convidou para participar de outro processo seletivo para uma bolsa 100%”, conta, ao lembrar que foi rejeitada em Smith College, uma universidade só de mulheres em Massachusetts. Ela também se inscreveu para Skidmore College, Wellesley College, Quinnipiac University e Stevens Institute of Technology.
Luana Gomes é moradora do bairro Vila Esmeralda, em Tangará da Serra, e sempre estudou em escola pública, finalizando os estudos (ensino médio) no campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) em Tangará da Serra.

Luana fará Engenharia Mecatrônica, no Brasil

Mesmo com todas essas possibilidades educacionais no exterior, a estudante tangaraense Luana Gomes optou por ficar no Brasil e cursar Engenharia Mecatrônica na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus Joinville.
“Já decidi que vou ficar no Brasil, independente de ser aceita ou não em bolsa fora. Eu passei para Engenharia Mecatrônica e decidi ficar porque gostei do curso e da cidade, bem como as oportunidades que terei na UFSC”, afirmou.
Mesmo com essa decisão, pontuou Gomes, o sonho de estudar no exterior permanece. “Estudar no exterior proporciona um grande crescimento pessoal e ainda pretendo fazer intercâmbios, trabalhar fora ou mesmo continuar minha educação no exterior. Mas por ora, creio que ficar no Brasil seja um gatilho muito mais alto para meu desenvolvimento profissional”, pontua, ao destacar, também, que nos EUA não existe Engenharia Mecatrônica. “Eu iria ter que fazer e/ou engenharia mecânica ou ciência da computação”.
PROCESSO DE SELEÇÃO O bom desempenho de Luana Gomes nas universidades dos Estados Unidos é resultado de todo um trabalho e dedicação, especialmente no Ensino Médio.
Segundo a estudante, o processo seletivo para entrar em universidades no exterior é bem diferente do vestibular brasileiro. Na maioria dos países da Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, essa seleção é feita de uma forma mais holística, valorizando o perfil do estudante, juntamente com o seu desempenho acadêmico. “As universidades avaliam o estudante intelectual e socialmente”, conta.
“Para a primeira avaliação eles levam em conta as notas que os estudantes obtém na escola durante o ensino médio e testes padronizados, que se assemelham com os nossos vestibulares”, explica a estudante, ao destacar que na avaliação social eles consideram atividades extracurriculares. E isso Luana tem de sobra. Desde o ensino fundamental ele participou de Olimpíadas, sendo medalhista da OLPEF e da OBMEP, além de ser engajada em ações na igreja, além de muitos outros projetos. “Isso foi bem decisivo na minha aceitação”.


 

Fonte: Fabíola Tormes / Redação DS
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
* O Arinos Noticias não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
mais notícias
25/05/2018
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 
enquete
O que você prefere ler?
Polícia
Política
Agronegócios
Variedades
Educação

Se nenhuma das opções sugeridas for de sua escolha, mande sua sugestão através do menu contato
Copyright © 2018 - Arinos Notícias